sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Olhar (Im)Parcial-XXI Congresso Nacional da JSD

Os dias que antecedem um congresso são sempre tempo de alguma agitação política e de alguma ansiedade.

Para mim, como para qualquer dirigente de uma juventude partidária, o conhecimento de propostas, o alinhamento de candidaturas, os agentes dessas candidaturas e o futuro da Jsd, ou melhor, o papel da Jsd como dinamizadora e defensora dos jovens portugueses, são temas que nos ocupam o pensamento e nos retiram, positivamente, bastante tempo do nosso dia para a sua reflexão.

Numa primeira análise, qualquer uma das candidaturas têm viabilidade e condições para defender uma politica de juventude, são compostas por jovens interessados dinâmicos e com capacidade de liderança, jovens estes disponíveis para servir aqueles que se designam como o “Futuro de Portugal”.

Não tivesse eu formação em Marketing, para não vos falar dos slogans de Candidatura. De forma sucinta as duas candidaturas posicionam-se com frases curtas e mobilizadoras, tentado uma aproximação clara com os militantes, e reflectindo o seu sentimento para esta eleição, ora vejamos: “Jsd em Mudança - Acreditar 2010” ou “Por uma Geração de Futuro”.

Neste momento o caminho a traçar, já foi ponderado e decidido quer para mim, quer para a estrutura que represento. Não estando em desacordo com o que nos foi apresentado pela candidatura de Mudança, pois esta deixou claro todas as suas ideias e as mesmas podem ser válidas. Mas sim por estar convicto que o projecto e a equipa que acompanha o companheiro Duarte Marques, está em maior consonância para com o que defendo para os jovens da minha freguesia, os jovens do meu concelho, os jovens do meu distrito, ou seja, para todos os jovens de Portugal.

Candidatura com uma forte aposta em áreas como: Educação; Desemprego; qualidade de Vida; Regionalização.

Destaco ainda uma das bandeiras apresentadas pelo companheiro Duarte Marques, o Voto aos 16 anos, e citando o mesmo “Nesta sequência de resgatar o futuro desta geração e de aumentar o voto jovem, penso que é tempo de chamarmos os jovens portugueses para eles próprios virem a decidir o seu futuro. O futuro é nosso e logo temos de ter uma palavra a dizer sobre isso mesmo. Por isso abro a possibilidade de discutir a proposta de passar o voto legal para s 16 anos”.

A Jsd tem dado largos passos neste sentido, pelo que realizou acções de formação como a Formação Sub18, com o objectivo de credibilizar a política e desfazer a má opinião que paira sobre a mesma. Acredito que se um jovem tem o direito de ser emancipado em várias situações, aos 16 anos, porque não deveria este poder escolher quem irá dirigir o seu futuro? E citando o companheiro Duarte Marques “Os jovens podem ser presos com 16 anos, podem casar e ter filhos, e porque não poderão votar?”.

Não poderia ainda deixar de salientar o forte espírito de grupo, o espírito de união e o claro sentimento translúcido de convicção pela escolha deste projecto para a Jsd de Lousada e para a Jsd distrital do Porto. Uma união histórica para o distrito do porto, pela consonância e orientação de voto, realçando a capacidade de liderança do companheiro Simão Ribeiro neste processo.

A Jsd Lousada sendo a maior estrutura de secção, elegeu para o XXI congresso nacional dezasseis delegados, que com toda a certeza estarão a altura da exigência do mesmo.

por: Joaquim Bessa

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